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CUIDADO COM OS MAIS FRÁGEIS

Vocês já repararam que o Código de Trânsito Brasileiro defende a vida e não a mobilidade?! A legislação que regulamenta a circulação de pessoas e veículos leva em consideração a vida humana, as pessoas, e não a agilidade, por isso, o pedestre dever ter sua vida preservada e, a partir dele, os demais agentes da mobilidade, do mais frágil ao mais forte, logo, depois do pedestre ou a bicicleta.

O Código de Trânsito leva isto em conta no seu capítulo sobre as normas gerais de circulação e conduta: Artigo 29, XII, §2°: Respeitadas as normas de circulação e conduta estabelecidas neste artigo, em ordem decrescente, os veículos de maior porte serão sempre responsáveis pela segurança dos menores, os motorizados pelos não motorizados e, juntos, pela incolumidade dos pedestres.

Sentir-se responsável pela segurança do pedestre que está andando ao longo da rodovia, da pessoa que quer atravessar a rua ao descer do ônibus, do ciclista que não tem faixa separada ou do pedestre que atravessa correndo sob a chuva,  são as circunstâncias que levarão o motorista a se desviar, frear, eventualmente parar, esperar para ultrapassar em condições seguras etc. Isto é um reflexo a adquirir e a manter vivo, permanentemente.

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